para a júlia
passei a tarde pensando nisso, de como existe um cultivo intelectual severo e defensivo no que parte de mim e uma outra escrita mais, não sei?, lírica, mulherzinha, sabe lá.

"- Eu não consigo entender nada do que se passa - meu amor secreto, meu amor calado, não acrescentou, talvez agora desse um suspiro mas não morrese, ou engolisse o dente para rasgar as tripas ou quem sabe cuspi-lo longe convulsivo como numa hemoptise, e sobre o chão vomitar a tarde? a história? a perda? a morte? o medo? a solidão? quem sabe o nojo antigo sedimentado e sem remédio."
(de "Por uma tarde de junho", de Caio Fernando Abreu)
...
(cuspi lolonge
convulsivo comonuma hemoptise)
quem quer o texto efeminado?
amiguinha:
os culhões que pode ter
uma menininha!
(isso pra ficar só no falogismo)

e o quanto pode afetar um texto
cheio de afetações!
Um comentário:
love love love
it's easy
there's nothing you can make that can't be made, marquitos, meu gênio da lâmpada em caio, te possuo cariño
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