sábado, 23 de junho de 2007

Notas dispersas



Democracia se faz
na pele e na
palavra.


Viver em sociedade exige muito mais do que parece. Exige mais do que a gente está disposta a oferecer.


...


"...o princípio de que a potencialização da palavra é exigência concreta das práticas escolares lastreadas por uma perspectiva inclusiva conseqüente - o que implica um compromisso narrativo dos responsáveis pela educação formal com, de um lado, o legado humano e, de outro, as novas gerações, intermediado pelo modo de vida democrático."

(http://www.anped.org.br/reunioes/27/diversos/se_julio_groppa_aquino.pdf)


...


"Tradição" não no sentido rasteiro do termo. Comunhão.



(e por falar nisso:)

"Com quantos quilos de medo se faz uma tradição?"

(do Tom Zé, pichado nos tapumes que cercam a reitoria da USP)


(Walter Benjamin, apreensivo: "E o inimigo não tem cessado de vencer")

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Parada para Manoel de Barros

(talvez a gente devesse aproveitar a Parada para
parar.)

...



...

"

A maior riqueza do homem é a sua incompletude.
Neste ponto sou abastado.
Palavras que me aceitam como sou - eu não
aceito.
Não agüento ser apenas um sujeito que abre
portas, que puxa válvulas, que olha o relógio, que
compra pão às 6 horas da tarde, que vai lá fora,
que aponta lápis, que vê a uva etc. etc.
Perdoai.
Mas eu preciso ser Outros.
Eu penso renovar o homem usando borboletas.


"

(Manoel de Barros)